Agentes ocultos e privacidade: a arquitetura de vigilância das startups brasileiras

Mestrado em Comunicação e Cultura Contemporâneas · UFBA · Lab404 · 2024–2026

Concluído em 2026

Problema

Startups brasileiras declaram políticas de transparência sobre o uso de dados, mas operam ferramentas de monitoramento que registram o comportamento de quem navega sem tornar essa coleta perceptível.

Pergunta de pesquisa

Como a coleta oculta de dados realizada por ferramentas de terceiros se alinha, ou não, às políticas de transparência declaradas pelas empresas que as utilizam?

Método

Metodologia neomaterialista, com foco na atuação dos agentes ocultos que orientam a navegação para a coleta de rastros digitais.

Objetos e corpus

A ferramenta Hotjar em operação no site do QuintoAndar, tomada como caso da arquitetura de vigilância de startups brasileiras.

Evidências

Cookies, scripts e fluxos de coleta observados durante a navegação, confrontados com as políticas de transparência declaradas.

Achados

A prática constitui uma faceta do capitalismo de vigilância e representa um risco aos direitos de privacidade no ambiente digital.

Outputs

  • Dissertação de mestrado defendida na UFBA em 2026.
  • Artigo na revista E-Compós, em coautoria com André Luiz Martins Lemos.
  • Quatro apresentações em congressos e simpósios entre 2024 e 2025.
Agentes ocultos e ameaças à privacidade: Análise do Hotjar na startup brasileira QuintoAndar

O QuintoAndar é objeto da pesquisa. Não há relação comercial ou de prestação de serviço.

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